Coleção: O Ganso Primordial e Itinerário de IO

Javier Alberto Prendes Morejón

A coleção Ganso Primordial e Itinerário de IO está inspirada basicamente em ideias teosóficas, especialmente as propagadas por Helena Petrovna Blavatsky, Mário Roso de Luna e Henrique José de Souza – três dos principais e, talvez, maiores expoentes da Teosofia, a partir de pelo menos 1875, quando da fundação da Sociedade Teosófica em New York -, além de outros luminares consagrados na literatura esotérica ou ocultista, tais como René Guenón, Nicholas Roerich, Ferdinand Ossendowski, Alexandra David-Neel, Papus, etc.

As referências pictóricas inspiradoras que nortearam o trabalho foram, em boa parte, os hieróglifos ou as artes egípcias como um todo; algo da cultura hindu, da Suméria e das regiões adjacentes, bem como algo da cultura greco-romana; dos registros arqueológicos e das inscrições rupestres nas mais variadas partes do globo – tudo isso de permeio aos aspectos conceituais dos símbolos, números e cores aprendidos através da Teosofia.    

O GANSO PRIMORDIAL pertence à mitologia e aos mistérios egípcios, e como o Íbis, representa a Criação, a Imortalidade e a Transmigração. É a “Ave Sagrada” (Terceiro Logos) de todas as teogonias, símil do Cisne védico (Hansa) ou do Pelicano rosacruciano. Tal Ganso é o símbolo da Sabedoria Divina e da Divindade masculina e finita, Brahmâ (Kalahansa), o Criador, que serve de veículo ao Raio Divino (Hansa-vahana). Do “Ovo do Mundo” surgem os mundos temporários – planos, reinos, rondas e hierarquias. 

Itinerário de IO refere-se à fusão do Oriente no Ocidente, quer do ponto de vista racial, quanto intelectual e moralmente. Em outros termos, a fusão da antiga Sabedoria das Idades ou Doutrina Secreta, no Novo Mundo, quanto também, no caso presente, o albor de uma nova civilização mais evoluída…

A coleção, desta forma, deseja expressar suas homenagens à Teosofia, ou à Sabedoria Divina, e também ao Avatara deste ciclo de Aquarius, o Buda Maitreya ou Kalki Avatara, e especialmente às três figuras importantíssimas referidas acima: Helena Petrovna Blavatsky, Mário Roso de Luna e Henrique José de Souza.

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